Capa, chamativa e divertida!
Folhas escritas e cheias de informações!
A cada folha uma noticia...
A cada caderno um fato consumado!
E as imagens, quem fotografou...
Quem mandou as cartas e indagações de leitor
Historias de carnavais, colégio, juventude e inovações tecnológicas.
Lembranças dos calotes, amigos, seleção de Romário, F1 de Senna, do coração partido por ex-amores, e ate aquelas velhas perguntas de 16 Toneladas “o que vou ser quando crescer”.
Preste atenção, pois quando, essas paginas, abrirem pra você, iras encontrar muito mais que noticias, cairás sem perceber, dentro, das minhas historias e pensamentos, escritos, publicados, comentados e descritos, Por ti, por mim, por eles. Quem conhece e quem nunca viu.
Somos jornais humanos, engraçados, políticos e andantes.
Os dias nos escrevem no meio de noticias tristes e loucas.
A dor nos transforma, em jornalista das nossas próprias noticias, obrigado a publicar ate nossas próprias desgraças, que para muitos, são apenas noticias populares, de um mundo que, a simples escolha de oração, é um motivo para guerra, irmã do mundo, que condenou milhares a escravidão, simplesmente pela pigmentação de cor.
Para escrever o jornal, você deve ser, bicho maluco beleza, renascendo todos os dias, diante do céu escuro, em folhas frágeis e cinzas.
No meu jornal, se conjuga assim...
Eu sou o meu jornal.
Tu és minha matéria.
Ele, o fotografo.
Nos, os críticos.
Vos, és, minhas tiragens.
Eles, apenas elementos de minhas vitórias!
Esse jornal é paranóico, fantástico e mágico.
Minha vida, minhas noticias.
Wilker Lytiery Santiago
sábado, 18 de abril de 2009
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