quinta-feira, 23 de abril de 2009

Meu padrin padre Cícero,que amargura, deixar minha terra.
Rezei o bucado pra chuva cair num chão, desculpa se num rezei direito.
Pedi pra o sol, fugir um só um pouquinho da plantação.
Como minha terra já rachou e o gado caiu,vou me bora pra cidade grande, arrisca a sorte...
Lá, pelo menos vou ter cana pra corta e arguma coisa pra cumer.
Meu padrin, só me aresponda uma coisa... Aqueles Doutores que ficam lá pras bandas de cima, uma ta de capita do Brasil, o que é que eles rezam pra o senhor...
Por que eles não passam fome, sempre engomado, cheio das riquezas no bolsos e muita terra.
Já ouvir uma vez, de um padre, que foi morto por jagunços, a mando de um desse doutores, que eles são cheios de tramóias e que tem riquezas, ate em outros países bem longe... O senhor, é padrin, e saber que nunca fui disso.
Mais eu queria ser eles, não pra não trabalhar mais...
Apenas pra carregar comigo minha mue e meus fi, queria apenas isso, meu padrin padre Cícero; ter aquilo que eles estragam.

Wilker Lytiery

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Nunca Na Historia...

Realmente,nunca na historia desse país, tivemos um presidente, considerado como “OCARA”.
Se um presidente Omisso, é considerado pelo novo Herói, do capitalismo Americano, como exemplo, o que ele, diria dos nossos profissionais, da saúde, educação e segurança.
Do que o mundo poderia chamar, os profissionais que trabalham num cenário de guerra, que trabalham no berço da violência...
Que violência... “Policlínica paralisada por falta de segurança”, Médicos, paralisam atendimentos, por estarem sendo vitimas de agressões.
Não sei quem é o mais herói...
Os médicos que trabalham pela fé...
Os professores pelo futuro, ou as autoridades, policias, sérias, que trabalham pelo extintos ardente, do combate direto, a injustiças e crimes.
Me diz, ó Sr. Olabama, que a ordem, do meu país, esta apenas para os pobres, e que o progresso esta numa obra portuária superfaturada. Por favor, New Preseted, diz pra OCARA, que ainda temos no nosso país, mortes, analfabetos, desemprego e corrupção.
As ruelas que temos que adentra no nosso cotidiano, não foram feitas pela ignorância do nosso Presidente, mais se é ele nosso condutor, por que essas, ficam cada vez mais curtas e imprensadas. Por que a globalização não chega nos serviços de extremas necessidade... Faltam Médicos, Professores e ate Policias.
Na duvida dos meus pensamentos... Fui a um Hospital e vi caos, entrei em escolas e me deparei com a violência, quando fiquei frente a frente com ela, pedi ajuda a policia, e uma voz celestial me disse, “no momento todos os atendentes estão ocupados”. A violência não espera. Não espere próximas eleições para pensar sobre nosso rumo.
Não espere ser atingido, para se proteger.

Wilker Lytiery Santiago

sábado, 18 de abril de 2009

O Jornal

Capa, chamativa e divertida!
Folhas escritas e cheias de informações!

A cada folha uma noticia...
A cada caderno um fato consumado!

E as imagens, quem fotografou...
Quem mandou as cartas e indagações de leitor

Historias de carnavais, colégio, juventude e inovações tecnológicas.
Lembranças dos calotes, amigos, seleção de Romário, F1 de Senna, do coração partido por ex-amores, e ate aquelas velhas perguntas de 16 Toneladas “o que vou ser quando crescer”.

Preste atenção, pois quando, essas paginas, abrirem pra você, iras encontrar muito mais que noticias, cairás sem perceber, dentro, das minhas historias e pensamentos, escritos, publicados, comentados e descritos, Por ti, por mim, por eles. Quem conhece e quem nunca viu.

Somos jornais humanos, engraçados, políticos e andantes.
Os dias nos escrevem no meio de noticias tristes e loucas.
A dor nos transforma, em jornalista das nossas próprias noticias, obrigado a publicar ate nossas próprias desgraças, que para muitos, são apenas noticias populares, de um mundo que, a simples escolha de oração, é um motivo para guerra, irmã do mundo, que condenou milhares a escravidão, simplesmente pela pigmentação de cor.
Para escrever o jornal, você deve ser, bicho maluco beleza, renascendo todos os dias, diante do céu escuro, em folhas frágeis e cinzas.

No meu jornal, se conjuga assim...

Eu sou o meu jornal.
Tu és minha matéria.
Ele, o fotografo.
Nos, os críticos.
Vos, és, minhas tiragens.
Eles, apenas elementos de minhas vitórias!

Esse jornal é paranóico, fantástico e mágico.

Minha vida, minhas noticias.

Wilker Lytiery Santiago